Acertei quando deixei de fazer algo que todo mundo faz.

Escrevo do avião, com destino a San Francisco, tenho 5 horas de voo, carrego comigo um livro, uma caneta, um moleskine e o iPhone onde escrevo (sim eu entrei na fila da 5th Ave).

Alguns anos depois, retornei a NYC e tenho boas memórias das últimas experiências que tive… desde a primeira vez em 2005 muita coisa mudou…

Quero compartilhar estas reflexões dos últimos dias com vocês…

Desta vez realizando um curso pude perceber não só em mim, mas como as pessoas mudam a sua forma de pensar ao longo do tempo…

Depois do gigante aprendizado em NYC refleti sobre algumas coisas e agora vou aproveitar os próximos dias para rever amigos e aventurar-me um pouco…

Já sou investidor desde 2007, mas comecei por um caminho difícil, peguei subprime, peguei crises, só se falava em não ter bolsa. Como meu aliado estava sempre os estudos, em determinado momento decidi empreender, abri duas empresas e as vendi cerca de 3 ou 4 anos depois.

Naquela época haviam poucas pessoas para aprender a investir.

Pessoalmente acho que quanto mais pessoas houverem ensinando melhor será o mercado financeiro.

Naquela época cheguei a ir ao escritório de um investidor da minha cidade, ele investia em Chicago, eu tinha algo próximo aos 20 anos e ele explicou-me um pouco sobre trade de commodities, quase nada para ele, muito para mim.

Nunca gostei de ser refém do computador e perder o meu tempo olhando para uma telinha cheia de gráficos e cotações, desde o começo já preferi os fundamentos ao grafismo, como ninguém que eu conhecia fazia isso, senti-me um extraterrestre (todos falavam em ganhar dinheiro e ficar rico rápido) e eu fui levado a ser mais um que fazia os swing-trades que as corretoras ofertavam… foi um grande erro na minha caminhada como investidor, perdi anos nisso, mas hoje sou grato e entendo que esse foi um importante aprendizado que me possibilita falar sobre isso, pois, fui uma vítima, mas hoje ensino pessoas a não serem vítimas do sistema financeiro. Como você sabe, gosto da teoria, mas prefiro a prática.

Os cursos que tinham era da XP ou de algum assessor de investimento, as vezes um analista de alguma corretora.

Seguramente, o que eu mais vi neste tempo foram traders e especuladores de ações.

Em NYC nesta semana um americano utilizou o termo correto e perguntou-me se eu era Trader ou Investor. Bem assim, trader (que busca oportunidades para ganhar no curto prazo) e investidor (que busca boas empresas para investir — onde se pressupõem o longo prazo).

Que tipo de investidor você quer ser?


Nossa experiência possibilita que você tenha acesso as nossas ideias e estratégias que geram valor para você.


Para ter uma boa ideia disso observe as decisões que você já tomou na sua vida até agora.

Tudo o que você faz costuma ser visando um benefício rápido? Ou um benefício duradouro ao longo dos anos? Você está feliz com isso?

Mudei muito nos últimos 6 anos, como investidor a minha cabeça mudou mais durante o MBA em Finanças Corporativas da FGV, pois, alinhei o conhecimento técnico como o que eu já havia visto como empresário, sentindo na pele como é dirigir uma empresa.

A impressão que tenho é que a maioria dos empresários não tem o conhecimento mínimo de finanças e de como ela pode criar uma nova perspectiva para o seu negócio. Hoje eu não seria sócio de uma empresa que não tem um bom financista por trás e este é mais um forte motivo que tenho para continuar investindo em boas empresas privadas na bolsa.

No cenário internacional ainda vejo crescimento, mesmo que menor. Seguimos em tendência de alta por aqui.

No cenário nacional mantém-se alta e no Brasil passamos a ser vistos como um dos mercados interessantes para os próximos anos segundo alguns Researchs internacionais. As condições economias no Brasil trazem boas perspectivas para ganhos.

Um abraço, Marcelo