Ah o final do ano!

VAI E VEM.

“O sono é o prenúncio da morte”. William Shakespeare.

Desde a nossa última conversa muita coisa mudou.

Hoje escrevo do litoral e Santa Catarina, não mais de Gramado onde escrevi sobre o que eu suspeitava no dia 11 de setembro, e que aconteceu.

Agora, mais uma vez, seguimos!

Não só o fato de a população retomar as viagens e com isto o setor de turismo ter boas novas, depois de um tempo de estagnação. Os restaurantes também retomaram as suas atividades, assim como os shoppings centeres, pelo menos por agora…

A SEGUNDA ONDA DO COVID.

O que também aconteceu, para a surpresa de muitos é a segunda onda do COVID.

Como suspeitava, o COVID retornou, os casos de contágio na Itália bateram recorde, tal contágio também aconteceu na Inglaterra e outros países da europa. Na Itália novas medidas de restrição já estavam sendo tomadas.

Em uma meeting há duas semanas atrás com a Holanda pude ficar horrorizado com os números de contágio no pequeno país.

No Brasil nas últimas semanas os números foram altos, isto não poderia ser tratado com tanta normalidade, mas ninguém parece estar assustado com o que vai ocorrer com a economia.

NORMALIDADE FORÇADA.

Apesar de o índice de mortalidade ter sido reduzido, ele poderá voltar  a aumentar, uma vez que a população já não toma toda a precaução necessária para evitar a disseminação e o contágio.

21 dias são necessários para formar um novo hábito? Não é o que parece.

O CARANGUEJO

Neste período também vimos a continuidade do movimento lateral nas bolsas pelo mundo e ontem o IBOV chegou novamente aos 100 mil pontos, onde deverá namorar por uns tempos com interferências da eleição americana e até a próxima grande crise econômica.

Se você leu está publicação você já imaginava o quão longe iriamos, fiz cálculos, analisei, experiência serve para estas coisas, e na minha intuição isto não seria resolvido em poucos meses. Fato.

Um alívio, sei que você empresário que leu minhas newsletters ganhou dinheiro até com a frugalidade. Que satisfação!

Já passamos dos 6 meses, a bolsa ainda está cerca de 14% negativa no ano, por outro lado, minhas participações galoparam na direção oposta, tudo é uma questão de mensuração de riscos, análises, previsões quanto a imprevisibilidade das coisas, com uma pitada de entendimento do comportamento humano. Você pode ganhar dinheiro. Basta dominar 200 coisas. Empreendendo ou investindo.

Como diria Camelo: O Velho e o Moço

Aliás, voltamos a turma old school de 2016 e o meu conselho de que é melhor empreender e investir!

Estamos em uma transição digital como escrevi alguns meses atrás.

Não tenha mais apenas uma profissão. Alguém ainda faz isso?

A civilização fez questão de avançar do escravismo ao empreendedorismo, não fique para trás.

De certa forma o escravismo continua, com outros nomes. O empreendedor é a nova burguesia, o investidor é o aristocrata? O que nos resta se não cuidar de nós mesmos com menor presença do estado e das oligarquias.

DEPRESSÃO – ECONÔMICA

Estamos chegando ao limite, em breve veremos os bancos passando por dificuldades, inflados por produtos que eles mesmos criarão com suas visões EuConomicas antigas, salários e bonificações de gênios? um desastre de lições não aprendidas por conveniência. Mas os bancos serão salvos pelo estado, e o contribuinte mais uma vez pagará a conta – é ele que sustenta o estado, lembra. Quem irá socorrer os desempregados e os pequenos e médios empresários?

Nestes tempos todos adorarão a iniciativa privada, as empresas familiares e o mercadinho da esquina. A verdadeira economia, aliás, meu café chegou. Vida que segue…

A transição digital chegou vestida de vírus e acelerou o processo iniciado pelas civilizações antigas, precisamos evoluir.

Mais por vir.

Marcelo

Um Novo Passo

Gramado, RS.

Estimado leitor,

Em Gramado o movimento voltou, os hotéis estão com ocupação permitida de 50%. Os hóspedes declaram suas condições de saúde e convívio recente e o sistema de agendamento do café da manhã, almoço e jantar nos hotéis funciona bem.

A neblina característica também voltou, que alegria aquela foto da Avenida das Hortênsias pela manhã – gravo na memória dias como este.

…Uma manhã fria e uma neblina fina, mas que impedia a visibilidade a cerca de 30 metros. Roupas de frio, tocas e luvas nas vitrines, chá, os jardins, o cheiro de mato. O charme europeu em meio a serra gaúcha. Como gosto de Gramado…

Com paciência tudo passa e as coisas encontram o seu caminho. De uma forma ou de outra já estamos acostumados ao novo normal, de diversas formas:

  • Tudo bem faltar algo no mercado.
  • Aulas online são melhores do que aulas presencias.
  • Reuniões virtuais são necessárias.
  • Novos hábitos são difíceis de serem criados.
  • A renda fixa não rende mais.
  • Os patrimonialistas não recebem mais os aluguéis que estavam acostumados.
  • O dólar não baixa de R$5.
  • Comemoraremos o nosso primeiro Natal em família com máscara (sem máscaras).

A lista cresce… o turismo cresce, a bolsa também.

Até quando?

Ainda me pergunto por que não máscaras venezianas? a beleza renascentista em pleno século XXI. O passado manda lembranças… as ameaças de guerras, a luta na rua, os conflitos, o desentendimento religioso, as ameaças no senado, as condições sanitárias precárias… e a beleza inefável dos castelos, da música erudita e da dialética.

Vivemos o mesmo mundo? Não…desconte a beleza inefável dos castelos, da música erudita e da retórica.

Dias de luta, dias de glória.

Esperarei sentado pela próxima crise – at the edge of the chair – ela virá. Enquanto isto o leitor esquece a poupança, esquece a renda fixa e volta o seu dinheiro para a renda variável e para o retorno da economia real.

As ações de tecnologia explodiram, o setor de turismo e aviação serão os próximos… os shoppings centers estão sendo apresentados ao novo normal.

Aliás, O COVID também é reapresentado aos contaminados, ou mal diagnosticados, uma nova onda? ou, ou, ou, ou…

Dá-se início a nova onda de IPOs na bolsa, todo mundo quer o seu dinheiro, da Petz (que chegou a bater mais de 10% no primeiro pregão) à Havan… esquecemos tudo, vamos viver, cuidem-se.

Ó vida, a neblina continua, enxergo apenas 30 metros à frente, melhor continuar.

Mais por vir,

Abraço.

Continue acompanhando.

asperitas dark clouds in gloomy sky

Erro de Perspectiva

Caro leitor, 

Como você acompanhou nas últimas semanas, continuamos com valorização do Ouro e das Techs, as oportunidades parecem estar nesta área.

Um fenômeno de valorização e cuidado. Mas em que ciclo estamos?

Citando os versos dourados de quem sabe o mais magnífico dentre os que aqui já estiveram, Pitágoras. Seus aforismo foram frequentemente citados na antiguidade, e cabem aos dias de hoje, ”os bens da fortuna são incertos; e que assim como eles podem ser adquiridos, eles podem ser igualmente perdidos”… “apoia teu lote com paciência, é o que pode ser, nunca reclame”.

Vamos longe nesta nova curta vida, tudo é questão de perspectiva, e não quero soar repetitivo ou até prolixo, mas se você é um dos nossos 4 leitores assíduos, então, você já deve até prever o que direi nas próximas linhas… quase um mantra pessoal, segure-se firme, agarre-se a sua capacidade de viver de forma frugal, o amanhã nunca é certo, conquiste-o com saúde, a cada dia. Invista diligentemente, não caia na onda dos eufóricos, in data we trust.

Acredito que poucas coisas precisam ser feitas na vida, entretanto, todas com qualidade.

Para o investidor consciente, prudência é a palavra de ordem, enquanto isto, a digitalização avança e o consumo vem adotando novas tendências. Este é um tempo de mudanças proeminentes no seu estilo de vida, e de mudanças corajosas nos negócios, até do ponto de vista organizacional nas empresas sobreviventes.

Não chegamos nem ao aniversário do COVID-19… sem dúvidas, será uma comemoração nada solene.

Afinal, do que vale a linearidade na planificação dos intentos de uma vida tão longa e incerta como a nossa? Não nos caberia a utilização aplicada de rascunhos?

Veja só, relacionei alguns eventos extraordinários que causaram mortes em massa, tanto de curta quanto de longa duração. As referências vão para este research brilhante de Richard Conniff, para a edição de agosto da revista National Geographic, cuja leitura, realizei recentemente. 

A Plague of Justine ocorreu no império bizantino, registrou, cerca de 50 milhões de mortos entre os anos 541-588.

Já a Antonine Plague ocorreu no império romano de 165-180 onde morreram 5 milhões de pessoas.

A Black Death ocorreu entre os anos 1347 e 1351 e dizimou cerca de 30-40% da população européia, cerca de 50 milhões de mortos na época.

A varíola levou a 8 milhões de mortos no México em apenas, um ano, em 1519. E a Cocoliztli 1 levou a morte de 15 milhões de pessoas em apenas 3 anos.

Uma perspectiva mais ampla…

Poderíamos falar mais nisto, mas presumo que já tenhamos chegado ao mesmo ponto.

Existem epidemias, pandemias e pragas, seus eventos são raros, mas existem e nos mostram como somos insignificantes no meio deste nosso mundão, muita coisa pode ser entendida, poucas podem ser explicadas.

No cenário corporativo, temos Google e Facebook, além de outras empresas no Vale do Silício transferindo o trabalho para home office até julho de 2021, em um primeiro momento.

O que são planos em uma vida longa como a nossa?

Aproveito esta edição para informá-los que já está disponível o curso Aprenda a Investir na Bolsa, você vai aprender a começar a investir, de forma prática e a entender grego, o que te oferecem nas instituições financeiras.

Fique ligado.

Atenciosamente,

Marcelo.

Respire fundo

As vezes temos que parar para medir a temperatura, verificar a pressão, respirar fundo e seguir em frente.

Winners never quit and quitters never win. Vicente Lombardi

Já quebrei o dedo da mão esquerda, faço parte desta lista e uma parte do meu dedo quase caiu no chão. Ele foi esmagado contra a porta, ainda na infância, mas lhe privarei dos detalhes… eu saí às pressas a procurar dos meus pais que no horário do almoço pegaram o “nosso” Fiat Uno vermelho escuro – uma relíquia familiar que levou tanto tempo para ter o seu documento transferido que nunca mais nos abandonou.

No século XVI não seria tão desagradável como foi. Naquela época os canhotos eram considerados estranhos e se não trocassem de mão para praticar as suas habilidades poderiam ser considerados um zero a esquerda. Um adjetivo qualquer. Os criminosos poderiam ficar sem a mão, mas eu não. O próprio Leonardo, o da Vinci, meu parceiro lefty hand teve suas dificuldades como canhoto. Eu quase perdi o dedo.

No caminho do hospital ninguém pensava em quanto daria a conta, mas fomos para a emergência municipal. Sem problemas, apesar dos gritos e fila, a emergência estava lotada, um sol escaldante – ninguém abandona ninguém – passou logo. Mas foi uma eternidade para a minha cabeça infantil e então fui chamado pelo jovem de branco para a sala de emergências. 

Eu não queria mais aquilo. O jovem costurou, arrancou a unha, seringou – mas eu pude sentir o movimento – Que desgraça! Lembro-me como se fosse hoje.

Só respirei aliviado mas nunca soube da conta. Alguém pagou por ela, talvez o estado. Eu não tinha estado para perguntar, só agradeço aos meus pais pelo senso de urgência e carinho necessário em uma hora dessas. A culpa foi toda minha, e foi assim que na infância aprendi a lidar com a  minha raiva.

Quando a “coisa” acabar estaremos respirando aliviados.
 

Por enquanto é crise atrás de crise, o mundo caindo aos pedaços, empresas endividadas e entrando com pedidos de recuperação e falência. Não é uma exclusividade nossa. Nos EUA acontece o mesmo, apesar de eles terem mais carvão.
 

Quanto mais tempo leva mais quebrados os governos mundiais estarão. Os casos de COVID não param de aumentam – mesmo com o calor. Enfim, não sabemos se o governo conseguirá pagar a conta – que eu acho que não – se ele está tentando evitar a iatrogenia, ou se está jogando a conta para você.

Vida privada, vida fechada, ninguém respira no elevador, ninguém espirra. Tirar a máscara é perigoso. Entrar sem é um crime.

Quando é uma situação de emergência você nem sabe quanto custará, quer mais é fazer a cirurgia e salvar o vivente, depois você vê quanto deu e dá um jeito de pagar. Se não for o governo, será você mesmo com inflação… 

E é isto que os governos estão fazendo, ainda estamos no meio de uma emergência e as doses não tem sido suficientes para estancar a sangria, não estamos nem no meio da cirurgia.
 

Mais do que nunca, você precisará aprender a investir o seu dinheiro e estar aberto a novas oportunidades e o iInvestors está lançando nos próximos dias o seu curso rápido, Aprenda a Investir na Bolsa. Precisamos continuar, respirar fundo, seguir em frente. Vencedores nunca desistem, encontram novas oportunidades.
 

Abraço
 

Marcelo.

Rumando pelo incerto

Passei alguns dos últimos carnavais velejando na baía de Florianópolis, na companhia de dois amigos, o capitão Pirão – um velejador experiente – e principalmente, do vento e da água.

 
Quando chegamos na baía confesso que esperei que a nossa vela fosse maior, mas a pequena “lâmpada” se revelou uma embarcação aventureira, por entre as ondas calmas de uma área controlada por terra, o maior desafio era a tripulação e as emoções das primeiras experiências na água, depois daquilo, entendi o mundo de outra forma, antes disso, tudo era tão certo.
 
Sol, vento e água, a instabilidade infinita e a minha completa inabilidade de prever as correntes e os ventos. Estive tenso durante todo o primeiro dia e por algumas vezes coloquei a tripulação em risco, foram apenas alguns banhos e um tropeço em um trapiche desconhecido, que servia de porto a um isolado restaurante, que só pude avistar quando estava a poucas milhas. Cheguei molhado, mas, felizmente estava quente e com o tombo eu anunciava, alí chegava um velejador amador.
 
Todo mundo já foi um aprendiz em algo, em um dos livros lidos por Steve Jobs intitulado Zen Mind. Begginer’s mind. Onde Shunryu Suzuki, atenta para a necessidade de permanecermos principiantes, aprendizes em todos os momentos, para que você não seja escravo de sua mente, e, assim, surpreendidos pelas suas mais fantasiosas imaginações. Aquele que tem a mente de aprendiz está sempre aberto como uma criança a aprender e adaptar-se a cada nova situação, momento, tempo e estação.
 
Tudo isto faz cada vez mais sentido, em um tempo em que aprendemos que nada sabemos e somos surpreendidos pela vida, como na vela – a nossa pequena embarcação – rumando pelo incerto, a nossa única certeza.
 
Ouça as 5 leis do ouro e acompanhe os conteúdos da semana, os links encontram-se abaixo.
 
Abraço,
 
Marcelo
 

O medo de ir sacar dinheiro

Talvez você ainda não tenha se dado conta, mas estamos passando um grande shift global, uma mudança econômica e social que alterará a nossa vida para sempre.

Chegamos no momento em que as empresas de tecnologia superam as empresas tradicionais e com montes de dinheiro em caixa apresentam mais condições de gestão – e eficiência – que às nações.

Se está crise favorece alguém, com certeza, são as empresas de tecnologia, como no pôquer, a pilha de dinheiro correu para o lado das grandes empresas de tecnologia mundiais.

Já detentoras de caixa expressivo antes mesmo da crise, agora elas encontram-se ainda mais poderosas.

O que você fará o dia em que for ao banco sacar dinheiro e não sair grana?

O dia em que perceber que todos os impostos pagos não vão para o bem comum e sim para o bolso de uma minoria que só pensa em si.

O swift global empoderou as pessoas, o Facebook, a Apple, a Amazon o Netflix, são os cases do momento.

As pilhas correm para as mãos da digitalização.

Alguns experimentos já estão sendo feitos e contestados pelos governos pelo mundo.

Novas moedas, meios de pagamento, criptos.

Em uma pequena alteração de rota uma grande mudança pode acontecer.

Os bancos foram massacrados nesta crise, eles que sempre são os grandes beneficiados não estavam preparados.

Os bancos mundiais imprimem dinheiro, a população vai às ruas, não estamos nem no meio da crise, os estados não sabem administrar dinheiro, as empresas de tecnologia sim.

Talvez leve anos? talvez não?

O processo já começou.

Pensando em construir uma fortuna, me diga, onde você investiria 100 reais agora?

Nas ações da prefeitura de sua cidade ou nas ações de uma das gigantes de tecnologia?

Nas ações do seu país ou nas ações de uma das big high-techs?

Acabou a confiança nos governos, o povo percebeu.

Você estará preparado?

Em uma reviravolta o novo capitalismo vence por 7 X 1.

Enquanto milhares de vidas são perdidas e outras milhares mudam de status social voltando a linha de pobreza precisamos reavaliar os conceitos que farão a grande diferença global.

Neste momento empresas superam estados e passam ditar uma nova dinâmica mundial.

Você nem percebe

Quando dois atores participam de diferentes estratégias em que a soma das ações melhora o resultado para ambos, têm-se um benefício mútuo das estratégias.

Um clássico exemplo disso foi a utilização de campanhas de publicitárias buscando o incremento nas vendas de tabacos, onde, quando uma marca publica, as demais marcas (concorrentes) se beneficiam dos resultados da sua publicidade.

Quando A anuncia algo, B e C ampliam as suas vendas.

Isto ocorre de tal forma que, se  A e B juntam-se para realizar estratégias publicitárias, mesmo sendo concorrentes, ambos colherão mais frutos do que agindo separadamente.

Isto é tão curioso que, quando um cessa às suas publicações publicitárias, os demais sofrem um impacto negativo com uma redução em suas vendas.

A Lucky Strike se beneficia da campanha da Marlboro, assim, ambas decidem continuar anunciando.

O que parece ser um conflito, apenas amplia o impacto das ações, fazendo com que a soma das ações traga benefícios para os demais atores.

Nada mais que um problema matemático complexo aplicado a modelos complexos de pensamento, que ficou conhecido no mundo através das contribuições de John Forbes Nash Jr., prêmio Nobel em economia, cujos trabalhos foram aplicados às áreas de negócios e finanças através dos avanços na teoria dos jogos (Game Theory) – nem ele imaginava isto.

Ainda nem estou falando nos danos que a publicidade de certo produto trás para a sociedade e existe certa racionalidade que pode causar impactos irracionais na sociedade.

Peguemos finanças como exemplo, ainda não chegamos ao momento em que há uma proibição de veiculações publicitárias que podem ser consideradas danosas a sociedade, ou até mesmo a sua saúde mental. Vivemos um silencioso início da conscientização de seus impactos.

Pense você, hoje, com juros a 2,25% investindo em poupança e Tesouro Selic… um dinheiro que quando descontando a inflação torna os seus ganhos negativos ou próximos a zero.

Irracional para quem sabe disso…

Uma campanha publicitária poderia se beneficiar de tal assimetria de informações para trazer um benefício para si, que beneficiaria também outros entrantes ou concorrentes, mesmo sem querer.

Talvez levando você a investir em ações (como você pode estar querendo) através de um fundo (da própria instituição financeira, é claro) que remunera a si próprio e investe em outros produtos (também próprios), mas com uma parcela em ações (que é o que você queria)…

Ou, se um banco decide atacar amplamente os assessores de investimentos, e as corretoras decidissem atacar os bancos. Ambos se beneficiariam da soma dos esforços de suas campanhas?

O Brasil ainda engatinha na educação financeira, mas e você?

Já sabe tomar decisões financeiras sozinho? Ou você continua dependendo de quem enriquece com o seu dinheiro para lhe vender produtos que você nem sabe o que são e para que servem?

Nas últimas semanas nossa comunidade já descobriu como agir em diversas situações, acesse e descubra como tomar as suas próprias decisões financeiras.

Abraço.

Marcelo

Aviso aos neófitos

Ninguém mais é liberal, a melhor coisa do mundo é o governo pagar pelas suas contas e melhor ainda seria se o governo garantisse cada investimento errado realizado.

Chegamos ao risco zero?

Todo ano milhares de empreendedores perdem 20 mil, 30 mil, 50 mil, 100 mil, 500 mil reais em novos negócios, ideias e potenciais que não se realizam no tempo estimado.

A história é quase a mesma com os especuladores aventureiros, do tipo carroça na frente dos bois.

Com o prejuízo e duros, precisam recomeçar, com trabalho e dedicação, sem tempo para nada, dedicam a vida ao trabalho para reconquistar o prejuízo, que talvez não seja mais recuperado.

Mas e se toda vez que um empreendedor ou investidor errasse o governo pagasse a conta?

Bem, é mais ou menos este o recado que os bancos mundiais estão passando para o mundo, mas ao invés de trazerem a salvação, eles estão acelerando a próxima grande depressão econômica.

Com este cenário, atualmente o melhor negócio pode ser comprar penny stocks pré-falência e segurar por inúmeros anos, gastando uma mixaria para construir a sua próxima fortuna… contraintuitivo não?

Em primeiro lugar, existem duas partes do Brasil, a primeira, é o Brasil das ruas, com insegurança, falta de saúde pública, educação precária e infra-estrutura precária.

Os inimigos da prosperidade nasceram antes de você.

São duas visões, uma em que o Brasil das ruas está sucateado – é só sair do centro – e a outra, que o Brasil da Bolsa de Valores está barato. Um erro de precificação dos ativos…

A condição para empreender no Brasil é uma das piores do mundo, nas últimas semanas fiz duas viagens de carro e pude ver que o que já não era bom, está ainda pior.

Casas para venda, aluguel, pavilhões desocupados e quebrados, ruas e calçamentos esquecidos, empresas fechadas.

O mundo real é duro com o Brasil, mesmo com a recente decisão unânime do COPOM trazendo a taxa básica de juros, #SELIC para 2,25% ao ano, e o dólar a quse R$6,00 reais em um país com fortes vantagens exportadoras.

Mas alegria de pobre dura pouco e os estoques de #petroleo mundiais estão altos e o nosso aço não pode ser utilizado enquanto não houver demanda para ele.

O dinheiro não gira, nada sai do chão.

A lista de PLs negativos da #Bolsa de Valores só cresce e nem começamos a ver os impactos do #covid nos balanços das empresas.

O Brasil precisaria de mais 50 anos para a recuperação. O principal sinal disso será quando você caminhar pelas ruas dos bairros com saneamento e calçamento para os pedestres… anote isto, o Brasil não está pronto nem para a próxima geração e nem estou falando dos valores sociais perdidos.

Sim, nós sabemos que alguns setores puderam aumentar os seus resultados durante o COVID, mas o problema é muito maior do que imaginamos.

Por outro lado, temos o Brasil do Instagram, que é o mesmo Brasil da Bolsa de Valores – a hipótese dois – a demanda por novos investidores no país só cresceu, todo mundo quer ser um daytrader de instagram ou do youtube.

O mercado de ações virou o mercado dos amadores, não iniciados, atrás de dinheiro rápido para recuperar o prejuízo da vida real, com a sua legitima visão oportunística sobre as coisas, mais especulação do que mentalidade investidora.

Perde-se a vontade de empreender, o negócio é investir na bolsa…

Comprar ações, televisão e sofá?

Existem duas partes do Brasil, a primeira, é o Brasil das ruas, insegurança, falta de saúde pública, educação precária e infra-estrutura precária.

Recentemente, escrevi o texto “As ações sobem, os lucros não”, em carácter educativo – que me rendeu a primeira linha do Google no tema – já que é este o meu papel por aqui. Desde lá, o índice Bovespa (ou o índice foguete desgovernado) apontou os 97 mil pontos, subindo 10 mil pontos.

Mas houve uma reunião do conselho nacional do Brasil do Instagram, da hipótese dois, dos novos investidores, apressados devido ao fear of missing out, e eles decidiram que conhecimento é mato.

Milhares de novos investidores querem fazer dinheiro rápido acreditando que vamos direto dos 70 mil para os 120 mil pontos, sem parada, é só comprar que tudo sobe, feito um foguete da SpaceX.

Não para menos, as notícias recentes das corretoras falam em uma bolsa hollywoodiana no final do ano.

Teria lógica, com o #fed pagando e o governo garantindo tudo, em algum tempo os especuladores perceberiam que não existe mais risco na economia, é só comprar.

Ou tudo iria colapsar?

Sem os conceitos certos, nenhuma estratégia funciona por muito tempo.

Existem algumas formas de ganhar dinheiro com daytrade: escrevendo um livro, ensinando, operando dinheiro dos outros, trabalhando por um salário na área, colocando o método em prática com o seu próprio dinheiro (a ordem é mais ou menos essa).

Enquanto isto, o mundo ainda desconhece a conta do #covid e seus impactos, ou seja, os bancos mundiais estão mais preocupados em minimizar os impactos da catástrofe que escrevi recentemente, do que saberem o tamanho da conta.

As maiores fortunas procuram o ouro, o UBS recomenda que não sigam os daytraders e Ray Dalio fala em 10 anos perdidos.

Bom final de semana.

Abraço,

Marcelo

Desastres Financeiros

Desastres financeiros e emocionais são comuns entre os traders e investidores… me acompanhe na leitura desta semana…

Caro leitor,

Estarei enviando meus e-mais deste novo e-mail, por favor salve nos seus contatos.

Os últimos dias tem sido de muito trabalho por aqui… depois de mais de um ano trabalhando na nova plataforma para investidores fiz o pré-lançamento e desde então muita coisa nova tem acontecido e é apenas o começo.

Não posso reclamar do COVID, em primeiro lugar a família está bem e os familiares e amigos estão bem e em terceiro lugar a pandemia me deu tempo suficiente para trabalhar na plataforma que é feita para vocês.

Mas nem tudo são flores…

É muito comum nos investimentos o trader ou investidor perder 90% do dinheiro em menos de 1 ano.

E 95% por cento dos erros em trades ocorrem pela atitude do investidor, pensamento que pode estar errado, pensamento que poderá perder dinheiro, estar perdendo uma oportunidade ou deixando dinheiro na mesa.

Um erro de 10 minutos pode levar um trader a perder todo o seu dinheiro e ainda ficar devendo para a bolsa.

O cenário costuma ser catastrófico, mas só se falam nos acertos…

Precisamos conversar mais sobre educação financeiro, sobre conhecimento, livros, insights, erros e o que fazer em determinadas situações.

Todo dia alguém tem uma dúvida dessas… onde estão as pessoas que podem ajudar?

A cada ano uma leva de investidores é expulsa da bolsa por não saber jogar o jogo.

Isto é grave, normalmente estas pessoas nunca mais voltam a investir, e se tornar replicadores das teorias de que a bolsa de valores é casino e rouba todo o seu dinheiro.

Duas coisas são inerentes ao naturalismo e logo estão presentes na cultura humana.

Uma delas é o medo de perder algo (dinheiro por exemplo) e a outra é o medo de errar (acompanhado da vergonha de assumir um erro ou um prejuízo…) 

Ambas estão presentes na vida do investidor e do trader.

O eco-sistema precisa evoluir?

Fique agora com a relação de conteúdos recomendados para você e que publiquei na plataforma.

Abraço!

Marcelo

O que ninguém te fala sobre finanças

As possibilidades no mercado financeiro são infinitas, você tem um mínimo de conhecimento financeiro… Em quem você pode confiar? Acompanhe a edição de hoje com ideias financeiras do iniciante ao experiente e descubra como ganhar um degrau… Já aconteceu com você?...

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