Renda Passiva (O início)

Quando Ron começou a crescer as suas fontes de renda ele era um cara diferente, não que o dinheiro fosse suficiente para realizar os seus sonhos mas foi então que ele teve a sua primeira experiência em ver dinheiro crescer enquanto dormia. Que momento!

Ron acordou com um belo sorriso, era o primeiro dia de uma nova vida.

A história da construção da renda passiva.

Para você ter uma ideia, dois anos atrás fiquei 1 mês em São Paulo com a R. sem pagar nada, apenas utilizando a renda que eu havia criado e que continua entrando, 3 anos atrás eu pagava meu aluguel nos Estados Unidos (No Vale do Silício onde o aluguel era mais caro do que em NYC) com uma outra fonte de renda passiva. A mais de 4 anos eu criei uma outra fonte de renda para pagar parte do meu aluguel em NYC… foi onde começou este meu pensamento… e no ano passado eu ainda tinha quase 15 mil reais para gastar com hospedagens mas uma parte expirou por falta de uso… este ano não sei quanto tenho pois faz algum tempo que não checo isto.

Este é um exemplo.

Se você me conhece a mais tempo deve saber que leio bastante, todos os dias. O que quase ninguém sabe é que hoje eu não pago mais para comprar livros, mas compro eles e eles chegam na nossa casa com bastante frequência.

Muita gente com milhões de seguidores não sabe fazer 10% disto… conhecimento é para poucos… sinto-me feliz por tê-los aqui.

O fato é que você pode conquistar mais deixando de fazer muita coisa, que eu chamo de blá-blá-blá da vida cotidiana.

Ainda hoje penso que o que mais importa na vida é o que você não faz.

O Ron, investe em Fundos de Investimentos Imobiliários, eu que o ensinei, todo mês entra um dinheiro na conta dele e ele saca quando precisa.

Já outra pessoa que não é meu aluno, perdeu dinheiro por tentar fazer o que alguém dizia… por isto o meu mantra é que você precisa aprender – não há como terceirizar a sua vida – e eu não quero ninguém dependente de mim… quero que sejam os senhores das suas fazendas, reinos e impérios.

Quando você tiver 200 reais no bolso, ou até menos, você poderá ter a mesma experiência que o Ron.

Vai começar a investir em fundos de Investimentos Imobiliários e ter uma Renda extra todos os meses, é uma renda certa e na maioria dos meses quanto mais você colocar mais irá tirar.

O processo é extremamente simples de ser implementado, bastando colocar o seu dinheiro nos que você escolher…

Está é uma parte da história… um começo para uma vida de liberdade e prosperidade.

Ontem os mercados voltaram um pouco com o novo lockdown na Escócia e Inglaterra… estamos próximos de uma próxima crise? Sim, mas isto é sinal que tem um grande dinheiro próximo de chegar.

Continue acompanhando.

 

 

 

Marini.

Impossível não ser um ano incrível

Hoje escrevo de volta ao HQ.

Depois de 13 semanas na praia, nada melhor do que fugir da zoeira. Não é para mim – prefiro a tranquilidade da baixa temporada – mas respeito quem gosta.

Veja só,

Nos últimos anos dediquei uma boa parte do meu tempo para ajudar você a atingir os seus objetivos financeiros com um incremento no seu estilo de vida…

Quero continuar a minha missão e ajudar você a ter um ano incrível… Mas dependo de algo…

O preço para ler o que eu vou lhe trazer aqui este ano é zero, você apenas precisa checar a sua caixa de e-mails e ver o que pode aplicar no seu dia-a-dia, se assim quiser, tenho certeza que você vai aprender algo…

O que eu garanto é que farei o meu melhor para trazer boas ideias para você fazer dinheiro e ganhar mais – ou até melhorar o seu estilo de vida – mas considere que é um plano infalível somente com o seu comprometimento.

Me acompanhe, mas não se preocupe se você perder algo, se você tiver algum percalço pelo caminho não desanime, continue, é por isto que estou aqui…

Obrigado por estar comigo nestes últimos anos, eu realmente não imaginava que chegaria até aqui… e hoje sei que é só o começo…

Episódio de hoje 176 – Como começar o ano preparado! (Free)

Um ótimo 2021!

Abraço!

Marini

As melhores chances

Balneário Camboriu, SC.

Caro leitor,

“Deveríamos ter duas vidas, uma para ensaiar e uma para viver” Vittorio Gassman.

O risco deriva do italiano risicare, “to dare”, ousar, desafiar ou como definiu Peter L. Bernstein, o risco é mais uma questão de escolha do que de destino.

Neste mês chegamos aos 60 mil acessos na plataforma, e com isto fechamos o nosso período de testes na fase 3, agradeço imensamente a você que acompanhou o projeto do início, com todas as suas modificações, alterações, layouts, falhas e etc…

O legítimo empreendedorismo que tantos temem ocorrendo na prática, em frente aos seus olhos, para aqueles que já buscam aprender e quem sabe se inspirar – agora estamos com as novas adesões restritas, e somente os cursos estão disponíveis. Aliás, eu já revi algumas vezes a aula desta semana, gosto de rever e aprender com as histórias de outras pessoas, espero que você também…

O que estamos aqui para fazer se não sermos felizes, crescer, melhorar, aprender, respirar, amar?

Nestes últimos 6 meses direcionei uma boa parte do meu tempo – que vale mais do que dinheiro, pois é vida, e vida não se compra – a um projeto maluco, ousado, instigante e completamente independente.

Uma força interna, uma vontade de contribuir, de ensinar, que absorvi de algum lugar nestes últimos 15 anos da África à Rússia, China, Emirados Árabes e Mato Castelhano.

Onde você coloca a sua força? a sua energia? o que constrói? o que tem medo? o que faz com a centelha divina?

Bem, este não é mais um daqueles textos onde trago ideias de negócios, economia ou finanças,  mas continuo lhe dizendo como às coisas realmente funcionam, sem deixar pedra sobre pedra.

Está é a parte mais importante, é a parte de estilo de vida, o momento seize the moment, e o momento de agradecer.

Ao longo dos últimos anos tenho me dedicado a desenvolver novas habilidades, você dá tempo ao tempo, direciona energia e as coisas acontecem… ainda estamos tentando descobrir o que há de tão magnífico neste imenso espaço que habitamos por um tempo.

Agradeço a Pascal, Fermat e tantos outros matemáticos, desde o conhecimento Hindu-Arábico à aritmética, lógica, estatística e as pretensões do estudo do risco, sua mensuração e impactos, estudo das probabilidades, tão úteis que vivem até os dias de hoje.

Tenho a sensação que tudo fica mais fácil de entender pelo ponto de vista da unidade, frugalidade e da via negativa.

O que há em excesso na sua vida? o que você é grato? o que é que há que você deseja conquistar? Que riscos você escolhe correr?

Siga em frente, como diria Mozart: “Ninguém deve-se sentir ordinário e inferior – esse é um ponto crucial – ou então você pode se considerar derrotado. Aqueles que são mais impertinentes são aqueles que tem as melhores chances.”

Ousados? Impertinentes? São aqueles que tem as melhores chances.

Bem, chegamos ao breve noticiário macro e se você acompanhou a minha newsletter anterior, viu que entramos no período da COVID 2.0 e já aguardaremos a nova versão. Iniciei aquela newsletter falando em prenúncios, e que ocorreram. O importante não é acertar, é tentar e de alguma forma tirar proveito do que se faz, espero que tenha-os auxiliado de alguma forma.

Também comentei sobre o que estava acontecendo no mundo, a leitura continua válida, vá ver, se assim quiser, as minhas expectativas não são tão convencionais…

O dólar já passa de R$ 5,80… no ano passado superamos o mercado e os fundos, neste ano estamos na mesma direção, são inúmeras horas de lapidação, os méritos são dos tomadores de risco, Pascal, Fermat e tantos outros ousados, suas contribuições são inestimáveis.

Um bom final de semana.

Fique ligado…

Marcelo

Respire fundo

As vezes temos que parar para medir a temperatura, verificar a pressão, respirar fundo e seguir em frente.

Winners never quit and quitters never win. Vicente Lombardi

Já quebrei o dedo da mão esquerda, faço parte desta lista e uma parte do meu dedo quase caiu no chão. Ele foi esmagado contra a porta, ainda na infância, mas lhe privarei dos detalhes… eu saí às pressas a procurar dos meus pais que no horário do almoço pegaram o “nosso” Fiat Uno vermelho escuro – uma relíquia familiar que levou tanto tempo para ter o seu documento transferido que nunca mais nos abandonou.

No século XVI não seria tão desagradável como foi. Naquela época os canhotos eram considerados estranhos e se não trocassem de mão para praticar as suas habilidades poderiam ser considerados um zero a esquerda. Um adjetivo qualquer. Os criminosos poderiam ficar sem a mão, mas eu não. O próprio Leonardo, o da Vinci, meu parceiro lefty hand teve suas dificuldades como canhoto. Eu quase perdi o dedo.

No caminho do hospital ninguém pensava em quanto daria a conta, mas fomos para a emergência municipal. Sem problemas, apesar dos gritos e fila, a emergência estava lotada, um sol escaldante – ninguém abandona ninguém – passou logo. Mas foi uma eternidade para a minha cabeça infantil e então fui chamado pelo jovem de branco para a sala de emergências. 

Eu não queria mais aquilo. O jovem costurou, arrancou a unha, seringou – mas eu pude sentir o movimento – Que desgraça! Lembro-me como se fosse hoje.

Só respirei aliviado mas nunca soube da conta. Alguém pagou por ela, talvez o estado. Eu não tinha estado para perguntar, só agradeço aos meus pais pelo senso de urgência e carinho necessário em uma hora dessas. A culpa foi toda minha, e foi assim que na infância aprendi a lidar com a  minha raiva.

Quando a “coisa” acabar estaremos respirando aliviados.
 

Por enquanto é crise atrás de crise, o mundo caindo aos pedaços, empresas endividadas e entrando com pedidos de recuperação e falência. Não é uma exclusividade nossa. Nos EUA acontece o mesmo, apesar de eles terem mais carvão.
 

Quanto mais tempo leva mais quebrados os governos mundiais estarão. Os casos de COVID não param de aumentam – mesmo com o calor. Enfim, não sabemos se o governo conseguirá pagar a conta – que eu acho que não – se ele está tentando evitar a iatrogenia, ou se está jogando a conta para você.

Vida privada, vida fechada, ninguém respira no elevador, ninguém espirra. Tirar a máscara é perigoso. Entrar sem é um crime.

Quando é uma situação de emergência você nem sabe quanto custará, quer mais é fazer a cirurgia e salvar o vivente, depois você vê quanto deu e dá um jeito de pagar. Se não for o governo, será você mesmo com inflação… 

E é isto que os governos estão fazendo, ainda estamos no meio de uma emergência e as doses não tem sido suficientes para estancar a sangria, não estamos nem no meio da cirurgia.
 

Mais do que nunca, você precisará aprender a investir o seu dinheiro e estar aberto a novas oportunidades e o iInvestors está lançando nos próximos dias o seu curso rápido, Aprenda a Investir na Bolsa. Precisamos continuar, respirar fundo, seguir em frente. Vencedores nunca desistem, encontram novas oportunidades.
 

Abraço
 

Marcelo.

Rumando pelo incerto

Passei alguns dos últimos carnavais velejando na baía de Florianópolis, na companhia de dois amigos, o capitão Pirão – um velejador experiente – e principalmente, do vento e da água.

 
Quando chegamos na baía confesso que esperei que a nossa vela fosse maior, mas a pequena “lâmpada” se revelou uma embarcação aventureira, por entre as ondas calmas de uma área controlada por terra, o maior desafio era a tripulação e as emoções das primeiras experiências na água, depois daquilo, entendi o mundo de outra forma, antes disso, tudo era tão certo.
 
Sol, vento e água, a instabilidade infinita e a minha completa inabilidade de prever as correntes e os ventos. Estive tenso durante todo o primeiro dia e por algumas vezes coloquei a tripulação em risco, foram apenas alguns banhos e um tropeço em um trapiche desconhecido, que servia de porto a um isolado restaurante, que só pude avistar quando estava a poucas milhas. Cheguei molhado, mas, felizmente estava quente e com o tombo eu anunciava, alí chegava um velejador amador.
 
Todo mundo já foi um aprendiz em algo, em um dos livros lidos por Steve Jobs intitulado Zen Mind. Begginer’s mind. Onde Shunryu Suzuki, atenta para a necessidade de permanecermos principiantes, aprendizes em todos os momentos, para que você não seja escravo de sua mente, e, assim, surpreendidos pelas suas mais fantasiosas imaginações. Aquele que tem a mente de aprendiz está sempre aberto como uma criança a aprender e adaptar-se a cada nova situação, momento, tempo e estação.
 
Tudo isto faz cada vez mais sentido, em um tempo em que aprendemos que nada sabemos e somos surpreendidos pela vida, como na vela – a nossa pequena embarcação – rumando pelo incerto, a nossa única certeza.
 
Ouça as 5 leis do ouro e acompanhe os conteúdos da semana, os links encontram-se abaixo.
 
Abraço,
 
Marcelo
 

O medo de ir sacar dinheiro

Talvez você ainda não tenha se dado conta, mas estamos passando um grande shift global, uma mudança econômica e social que alterará a nossa vida para sempre.

Chegamos no momento em que as empresas de tecnologia superam as empresas tradicionais e com montes de dinheiro em caixa apresentam mais condições de gestão – e eficiência – que às nações.

Se está crise favorece alguém, com certeza, são as empresas de tecnologia, como no pôquer, a pilha de dinheiro correu para o lado das grandes empresas de tecnologia mundiais.

Já detentoras de caixa expressivo antes mesmo da crise, agora elas encontram-se ainda mais poderosas.

O que você fará o dia em que for ao banco sacar dinheiro e não sair grana?

O dia em que perceber que todos os impostos pagos não vão para o bem comum e sim para o bolso de uma minoria que só pensa em si.

O swift global empoderou as pessoas, o Facebook, a Apple, a Amazon o Netflix, são os cases do momento.

As pilhas correm para as mãos da digitalização.

Alguns experimentos já estão sendo feitos e contestados pelos governos pelo mundo.

Novas moedas, meios de pagamento, criptos.

Em uma pequena alteração de rota uma grande mudança pode acontecer.

Os bancos foram massacrados nesta crise, eles que sempre são os grandes beneficiados não estavam preparados.

Os bancos mundiais imprimem dinheiro, a população vai às ruas, não estamos nem no meio da crise, os estados não sabem administrar dinheiro, as empresas de tecnologia sim.

Talvez leve anos? talvez não?

O processo já começou.

Pensando em construir uma fortuna, me diga, onde você investiria 100 reais agora?

Nas ações da prefeitura de sua cidade ou nas ações de uma das gigantes de tecnologia?

Nas ações do seu país ou nas ações de uma das big high-techs?

Acabou a confiança nos governos, o povo percebeu.

Você estará preparado?

Em uma reviravolta o novo capitalismo vence por 7 X 1.

Enquanto milhares de vidas são perdidas e outras milhares mudam de status social voltando a linha de pobreza precisamos reavaliar os conceitos que farão a grande diferença global.

Neste momento empresas superam estados e passam ditar uma nova dinâmica mundial.

Você nem percebe

Quando dois atores participam de diferentes estratégias em que a soma das ações melhora o resultado para ambos, têm-se um benefício mútuo das estratégias.

Um clássico exemplo disso foi a utilização de campanhas de publicitárias buscando o incremento nas vendas de tabacos, onde, quando uma marca publica, as demais marcas (concorrentes) se beneficiam dos resultados da sua publicidade.

Quando A anuncia algo, B e C ampliam as suas vendas.

Isto ocorre de tal forma que, se  A e B juntam-se para realizar estratégias publicitárias, mesmo sendo concorrentes, ambos colherão mais frutos do que agindo separadamente.

Isto é tão curioso que, quando um cessa às suas publicações publicitárias, os demais sofrem um impacto negativo com uma redução em suas vendas.

A Lucky Strike se beneficia da campanha da Marlboro, assim, ambas decidem continuar anunciando.

O que parece ser um conflito, apenas amplia o impacto das ações, fazendo com que a soma das ações traga benefícios para os demais atores.

Nada mais que um problema matemático complexo aplicado a modelos complexos de pensamento, que ficou conhecido no mundo através das contribuições de John Forbes Nash Jr., prêmio Nobel em economia, cujos trabalhos foram aplicados às áreas de negócios e finanças através dos avanços na teoria dos jogos (Game Theory) – nem ele imaginava isto.

Ainda nem estou falando nos danos que a publicidade de certo produto trás para a sociedade e existe certa racionalidade que pode causar impactos irracionais na sociedade.

Peguemos finanças como exemplo, ainda não chegamos ao momento em que há uma proibição de veiculações publicitárias que podem ser consideradas danosas a sociedade, ou até mesmo a sua saúde mental. Vivemos um silencioso início da conscientização de seus impactos.

Pense você, hoje, com juros a 2,25% investindo em poupança e Tesouro Selic… um dinheiro que quando descontando a inflação torna os seus ganhos negativos ou próximos a zero.

Irracional para quem sabe disso…

Uma campanha publicitária poderia se beneficiar de tal assimetria de informações para trazer um benefício para si, que beneficiaria também outros entrantes ou concorrentes, mesmo sem querer.

Talvez levando você a investir em ações (como você pode estar querendo) através de um fundo (da própria instituição financeira, é claro) que remunera a si próprio e investe em outros produtos (também próprios), mas com uma parcela em ações (que é o que você queria)…

Ou, se um banco decide atacar amplamente os assessores de investimentos, e as corretoras decidissem atacar os bancos. Ambos se beneficiariam da soma dos esforços de suas campanhas?

O Brasil ainda engatinha na educação financeira, mas e você?

Já sabe tomar decisões financeiras sozinho? Ou você continua dependendo de quem enriquece com o seu dinheiro para lhe vender produtos que você nem sabe o que são e para que servem?

Nas últimas semanas nossa comunidade já descobriu como agir em diversas situações, acesse e descubra como tomar as suas próprias decisões financeiras.

Abraço.

Marcelo

Aviso aos neófitos

Ninguém mais é liberal, a melhor coisa do mundo é o governo pagar pelas suas contas e melhor ainda seria se o governo garantisse cada investimento errado realizado.

Chegamos ao risco zero?

Todo ano milhares de empreendedores perdem 20 mil, 30 mil, 50 mil, 100 mil, 500 mil reais em novos negócios, ideias e potenciais que não se realizam no tempo estimado.

A história é quase a mesma com os especuladores aventureiros, do tipo carroça na frente dos bois.

Com o prejuízo e duros, precisam recomeçar, com trabalho e dedicação, sem tempo para nada, dedicam a vida ao trabalho para reconquistar o prejuízo, que talvez não seja mais recuperado.

Mas e se toda vez que um empreendedor ou investidor errasse o governo pagasse a conta?

Bem, é mais ou menos este o recado que os bancos mundiais estão passando para o mundo, mas ao invés de trazerem a salvação, eles estão acelerando a próxima grande depressão econômica.

Com este cenário, atualmente o melhor negócio pode ser comprar penny stocks pré-falência e segurar por inúmeros anos, gastando uma mixaria para construir a sua próxima fortuna… contraintuitivo não?

Em primeiro lugar, existem duas partes do Brasil, a primeira, é o Brasil das ruas, com insegurança, falta de saúde pública, educação precária e infra-estrutura precária.

Os inimigos da prosperidade nasceram antes de você.

São duas visões, uma em que o Brasil das ruas está sucateado – é só sair do centro – e a outra, que o Brasil da Bolsa de Valores está barato. Um erro de precificação dos ativos…

A condição para empreender no Brasil é uma das piores do mundo, nas últimas semanas fiz duas viagens de carro e pude ver que o que já não era bom, está ainda pior.

Casas para venda, aluguel, pavilhões desocupados e quebrados, ruas e calçamentos esquecidos, empresas fechadas.

O mundo real é duro com o Brasil, mesmo com a recente decisão unânime do COPOM trazendo a taxa básica de juros, #SELIC para 2,25% ao ano, e o dólar a quse R$6,00 reais em um país com fortes vantagens exportadoras.

Mas alegria de pobre dura pouco e os estoques de #petroleo mundiais estão altos e o nosso aço não pode ser utilizado enquanto não houver demanda para ele.

O dinheiro não gira, nada sai do chão.

A lista de PLs negativos da #Bolsa de Valores só cresce e nem começamos a ver os impactos do #covid nos balanços das empresas.

O Brasil precisaria de mais 50 anos para a recuperação. O principal sinal disso será quando você caminhar pelas ruas dos bairros com saneamento e calçamento para os pedestres… anote isto, o Brasil não está pronto nem para a próxima geração e nem estou falando dos valores sociais perdidos.

Sim, nós sabemos que alguns setores puderam aumentar os seus resultados durante o COVID, mas o problema é muito maior do que imaginamos.

Por outro lado, temos o Brasil do Instagram, que é o mesmo Brasil da Bolsa de Valores – a hipótese dois – a demanda por novos investidores no país só cresceu, todo mundo quer ser um daytrader de instagram ou do youtube.

O mercado de ações virou o mercado dos amadores, não iniciados, atrás de dinheiro rápido para recuperar o prejuízo da vida real, com a sua legitima visão oportunística sobre as coisas, mais especulação do que mentalidade investidora.

Perde-se a vontade de empreender, o negócio é investir na bolsa…

Comprar ações, televisão e sofá?

Existem duas partes do Brasil, a primeira, é o Brasil das ruas, insegurança, falta de saúde pública, educação precária e infra-estrutura precária.

Recentemente, escrevi o texto “As ações sobem, os lucros não”, em carácter educativo – que me rendeu a primeira linha do Google no tema – já que é este o meu papel por aqui. Desde lá, o índice Bovespa (ou o índice foguete desgovernado) apontou os 97 mil pontos, subindo 10 mil pontos.

Mas houve uma reunião do conselho nacional do Brasil do Instagram, da hipótese dois, dos novos investidores, apressados devido ao fear of missing out, e eles decidiram que conhecimento é mato.

Milhares de novos investidores querem fazer dinheiro rápido acreditando que vamos direto dos 70 mil para os 120 mil pontos, sem parada, é só comprar que tudo sobe, feito um foguete da SpaceX.

Não para menos, as notícias recentes das corretoras falam em uma bolsa hollywoodiana no final do ano.

Teria lógica, com o #fed pagando e o governo garantindo tudo, em algum tempo os especuladores perceberiam que não existe mais risco na economia, é só comprar.

Ou tudo iria colapsar?

Sem os conceitos certos, nenhuma estratégia funciona por muito tempo.

Existem algumas formas de ganhar dinheiro com daytrade: escrevendo um livro, ensinando, operando dinheiro dos outros, trabalhando por um salário na área, colocando o método em prática com o seu próprio dinheiro (a ordem é mais ou menos essa).

Enquanto isto, o mundo ainda desconhece a conta do #covid e seus impactos, ou seja, os bancos mundiais estão mais preocupados em minimizar os impactos da catástrofe que escrevi recentemente, do que saberem o tamanho da conta.

As maiores fortunas procuram o ouro, o UBS recomenda que não sigam os daytraders e Ray Dalio fala em 10 anos perdidos.

Bom final de semana.

Abraço,

Marcelo

Desastres Financeiros

Desastres financeiros e emocionais são comuns entre os traders e investidores… me acompanhe na leitura desta semana…

Caro leitor,

Estarei enviando meus e-mais deste novo e-mail, por favor salve nos seus contatos.

Os últimos dias tem sido de muito trabalho por aqui… depois de mais de um ano trabalhando na nova plataforma para investidores fiz o pré-lançamento e desde então muita coisa nova tem acontecido e é apenas o começo.

Não posso reclamar do COVID, em primeiro lugar a família está bem e os familiares e amigos estão bem e em terceiro lugar a pandemia me deu tempo suficiente para trabalhar na plataforma que é feita para vocês.

Mas nem tudo são flores…

É muito comum nos investimentos o trader ou investidor perder 90% do dinheiro em menos de 1 ano.

E 95% por cento dos erros em trades ocorrem pela atitude do investidor, pensamento que pode estar errado, pensamento que poderá perder dinheiro, estar perdendo uma oportunidade ou deixando dinheiro na mesa.

Um erro de 10 minutos pode levar um trader a perder todo o seu dinheiro e ainda ficar devendo para a bolsa.

O cenário costuma ser catastrófico, mas só se falam nos acertos…

Precisamos conversar mais sobre educação financeiro, sobre conhecimento, livros, insights, erros e o que fazer em determinadas situações.

Todo dia alguém tem uma dúvida dessas… onde estão as pessoas que podem ajudar?

A cada ano uma leva de investidores é expulsa da bolsa por não saber jogar o jogo.

Isto é grave, normalmente estas pessoas nunca mais voltam a investir, e se tornar replicadores das teorias de que a bolsa de valores é casino e rouba todo o seu dinheiro.

Duas coisas são inerentes ao naturalismo e logo estão presentes na cultura humana.

Uma delas é o medo de perder algo (dinheiro por exemplo) e a outra é o medo de errar (acompanhado da vergonha de assumir um erro ou um prejuízo…) 

Ambas estão presentes na vida do investidor e do trader.

O eco-sistema precisa evoluir?

Fique agora com a relação de conteúdos recomendados para você e que publiquei na plataforma.

Abraço!

Marcelo

Que rufem os tambores!

Esta semana escrevo para vocês do meu incrível e puído Mac… Nada mais do que uma ferramenta de produtividade que promete melhorar a eficiência humana, enquanto isso, tomo um chá Twinings de hortelã – um dos meus preferidos – e penso sobre o que você pode perder seguindo tendências…

Os grupos do whatsApps estão ricos!

A bolsa saltou de 87 mil para 96 mil pontos em 5 dias. 

A partir de agora todo mundo é gênio!

Que rufem os tambores!

Na vida real a vida parece estar mais difícil mas no mercado financeiro o exibicionismo é habitual.

…uma das primeiras coisas que aprendi no mercado financeiro foi seguir tendências…

Mas aas melhores fontes de informação não estão no Google nem no WhatsApp. Se você estiver procurando por algo diferente de todo mundo você não encontrará no Google.

Meu pai sobrevoou a costa de Angra e Paraty pela primeira vez no início de 1950, em um monomotor. Visitava o Rio com um amigo, e ficou de tal forma encantado com a mata exuberante, junto ao mar, que comprou terras na região onde depois se instalaria a família. Meu pai se casou tarde, viajava pelo mundo investindo na Bolsa, às vezes sem nada e às vezes com muito. Andava com carros especiais que mandava fazer. Culto, agressivo, visionário. Amyr Klink.

A busca por dinheiro rápido e resultados rápidos não parece mesmo ter fim.

Na dúvida sigo a manada?

Veja só, comprei o meu primeiro Mac em Hong Kong e acabei descobrindo que por questões tributárias aquele era o único país onde se poderia comprá-lo, por um preço mais acessível que nos EUA.

Para muita gente as categorias de economia e finanças podem ser mandarim… não entende-se nada…se o assunto for tributação, ainda pior… 

Depois da invenção do modelo T o mundo entrou em processo de standardization. A padronização dos modelos de negócios, pensamento e investimentos formou uma geração de espertalhões standardizados.

Hoje você pode ficar confuso no meio de tanta informação desencontrada.

O tempo que se perde buscando algo superficial é maior que o tempo que se investe aprendendo algo completo e profundo.

Somam-se as horas de YouTube e Instagram de finanças, subtraí-se o aprendizado e a conta é débito.

Pare de buscar oportunistas no Google. Pare de seguir o aldrabão do WhatsApp.

O pai do Amyr buscou algo único. Encontrou Angra e Paraty em 1950… sobrevoando… não me admiraria se o negócio das terras tivesse custado uma mixaria, 1000 dólares ou uma caminhonete da época. 

As oportunidades aparecem para quem busca por elas e as vezes estão escondidas, como os segredos em mandarim.

Amyr tem um legado internacional, nada que lhe proporcione um busto na avenida paulista (centro imobiliário financeiro do Brasil). Amyr foi buscar nos cantos mais inóspitos do mundo, cruzou mares e regiões desconhecidas dos mapas e retornou para Paraty, de onde segue partindo, sem parar. A cada viagem uma nova experiência um novo caminho descoberto.

Seja em livros, conversas ou experiências, precisamos ser um pouco mais Amyr…

Por essas e outras incluímos um curso personalizado e particular para investidores do iniciante ao experiente. Por tempo limitado, devido a capacidade de tempo.

Um caminho em meio as fortes altas que tem deixado muitos sem saber para onde ir.

Abraço,

Marcelo