Edição 50 – Por que vamos longe?

Imagino que você esteja um pouco confuso, na última edição alertei para o NNR e o meu modo contrário de ver as coisas.

Você já deve estar acostumado, chegamos na edição de número 50 e temos muito a comemorar.

Não só em virtude de eu compartilhar com você como funcionam os mercados pelo mundo e como eles interferem no seu dinheiro, mas pelo carácter ético e inovador das nossas publicações, que vão contra tudo – ou quase todos.

O mundo girou em 180 graus e caiu na nossa mão, estivemos preparados para nos adaptar aos mercados, ganhamos dinheiro com nossa expertise.

Se um pato nada para o lado contrário e escapa do crocodilo você diria que ele deu sorte ou que ele conhece as correntes do lago?

Não nos enganemos, cada situação exige um novo aprendizado, mas não podemos nunca vender a nossa opinião para terceiros ou acreditar em quem só quer o nosso dinheiro.

Saiam, sabemos pensar, deixem-nos com nossos botões.

É fato, não existe realização financeira sem fazer o que gosta, não importa quanto você é capaz de fazer de dinheiro, você só estará realizado quando tiver satisfação interior e isto nós estamos dez pontos na frente dos outros, pois fazemos o que gostamos e não estamos aqui para colher aplausos e sim para seguir de maneira ética e comprometida o caminho do dinheiro, sempre com qualidade de vida – nós merecemos.

A grande diferença nos investimentos está em saber qual botão apertar e quando apertar, sem hesitar.

O mundo está se matando lá fora, só quem tem a capacidade de ver o que está acontecendo na economia e criticar, comentar e inferir da maneira que pode poderá mudar o seu próprio jogo.

O mundo está um caos, não estamos nem na metade da crise, e estamos preparados pois aprendemos a olhar para o nosso bolso e o nosso dinheiro de outra forma.

Nada mais do que nos falam sobre investimentos ou dinheiro faz sentido, sabemos pensar por nós próprios, e sabemos cuidar do nosso dinheiro como se protegem e investem os donos das maiores fortunas, pois temos um caminho na mão para começar a nossa própria história, ou até construir uma nova, passo a passo. Às vezes certo, às vezes errado mas sempre em dúvida. 50 edições, reviva os capítulos, reaprenda, readapte-se, vamos longe!

Abraço.

Marcelo